rede AbraMind

NOSSOS INSTRUTORES SÃO MEMBROS DA REDE ABRAMIND – REDE ABERTA DE MINDFULNESS E CUMPREM TODAS AS SUAS RECOMENDAÇÕES EM RELAÇÃO A BOAS PRÁTICAS DE ENSINO.

Sentimos enorme gratidão por contar com a rede AbraMind para troca de experiências e prática entre instrutores e professores de todo o país, contribuindo para que a colaboração seja a força motriz do movimento de mindfulness brasileiro.

Conheça a missão, a visão, os valores e as diretrizes da AbraMind.

Missão: Somos uma rede de instrutores de mindfulness que tem por missão semear a prática, a aprendizagem e o conhecimento de mindfulness para o bem-estar e a paz.

Visão: Mindfulness presente na sociedade de forma simples, inclusiva e natural.

Valores: Colaboração, Horizontalidade, Compaixão, Diversidade e Simplicidade.

Diretrizes de Boas Práticas para Instrutores de Mindfulness

A conclusão de um curso de formação constitui apenas o passo inicial na formação de um instrutor de mindfulness. Uma vez membro da AbraMind, o instrutor deverá assumir um compromisso com seu próprio desenvolvimento por meio de estudo, prática, ensino e compartilhamento de experiências, comprometendo-se com todas as recomendações contidas nas Diretrizes de Boas Práticas de Ensino de Mindfulness, descritas a seguir.

 

  1. Manter uma prática pessoal de mindfulness, por meio de prática regular diária, formal e informal.
  1. Participar anualmente de ao menos um retiro de meditação mindfulness ou vipassana. O retiro deve ser residencial, com duração de 5 a 10 dias, feito em silêncio, com a orientação de um professor, conforme as diretrizes da Escola Médica da Universidade de Massachusetts (UMASS).
  1. Engajar-se em processos de compartilhamento de experiências entre praticantes e instrutores de mindfulness, aprendendo colaborativamente.
  1. Obter supervisão regular com um instrutor ou professor de mindfulness mais experiente, recebendo feedback sobre sua prática pessoal e profissional, seja por meio de encontros pessoais ou a distância, seja por meio de participação do supervisor nos encontros conduzidos pelo instrutor, seja por meio de cofacilitação com feedback recíproco.
  1. Participar de processos de formação profissional contínua, por meio de autoavaliação e participação em cursos e treinamentos avançados e em eventos e fóruns de atualização científica.
  1. Utilizar os conhecimentos e técnicas recebidos em sua formação como instrutor de mindfulness para o autoaperfeiçoamento e para ajudar todas as outras pessoas a alcançar as mais altas intenções delas mesmas, sem preconceitos, preferências, julgamentos ou parcialidade.
  1. Utilizar os conhecimentos e técnicas recebidos em sua formação como instrutor de mindfulness apenas quando estiver de acordo com seu nível pessoal de perícia e suas credenciais profissionais e/ou educacionais, compreendendo que a formação como instrutor de mindfulness não substitui a educação formal das ciências comportamentais ou a competência de outras formações profissionais.

Além de comprometer-se com as Diretrizes de Boas Práticas de Ensino de Mindfulness, a AbraMind recomenda que seus membros compreendam e zelem pelas instruções do trecho reproduzido a seguir das Boas Práticas para Professores de Mindfulness do Center for Mindfulness/Oasis Institute.


Boas Práticas para Professores de Mindfulness (Center for Mindfulness/Oasis Institute)

A formação de professores para entregar o Mindfulness-Based Stress Reduction (MBSR) é um empreendimento complexo. Isso se dá, em parte, porque MBSR abrange uma confluência de epistemologias e práticas de duas linhagens muito distintas e, até recentemente, divergentes, ambas comprometidas com a investigação empírica, ainda que utilizando metodologias muito diferentes: a da ciência, medicina e psicologia, de um lado, e a de tradições meditativas budistas e seus ensinamentos e práticas, conhecidas coletivamente como o Dharma, de outro lado. Uma razão por que MBSR provou ser viável no ambiente clínico é o fato de que o Dharma é, em essência, universal. Mindfulness, muitas vezes conhecido como “o coração da meditação budista”, atua principalmente no treinamento e no refinamento sistemáticos da atenção e da consciência, da compaixão e da sabedoria, e é uma manifestação de sua aplicabilidade universal. No presente contexto, para reconhecer o caráter universal do dharma, nós usamos o termo com “d” minúsculo.

Porque pessoas com origens muito diferentes estão interessadas em se tornar professores MBSR, os programas de formação de instrutores MBSR necessariamente incluem uma gama de características diferentes para expor potenciais formandos a um espectro de experiências, perspectivas e práticas com as quais eles podem ter limitada familiaridade e, em seguida, consolidar o seu desenvolvimento e construir competência crescente ao longo do tempo.

Alguns princípios são importantes para o ensino eficaz do currículo de mindfulness e para aderir aos seus padrões profissionais de prática.

Uma lista não exclusiva de elementos essenciais para os professores de mindfulness incluiria:

  1. Professores de mindfulness precisam ter um profundo aterramento nas práticas meditativas e ser estudantes comprometidos do dharma, como é expresso tanto dentro das tradições de meditação budista quanto em contextos mais mainstream e universais. Isso não tem nada a ver com ser ou não ser um budista.
  1. Mindfulness é um veículo para corporificar e transmitir o dharma em um idioma totalmente secular e universal. É uma recontextualização do dharma, não uma descontextualização dele.
  1. Instrutores de mindfulness precisam ter sua própria prática pessoal de meditação e participar de retiros no espírito de “educação continuada” e de aprofundamento contínuo de sua prática e compreensão.
  1. Instrutores de mindfulness seguem o princípio de que nunca solicitamos aos participantes do programa mais do que nós mesmos fazemos diariamente, em termos de práticas de mindfulness formais e informais. O ensino de mindfulness nunca é uma questão de apenas ensinar ou operacionalizar técnicas. Mindfulness é uma maneira de estar em um relacionamento mais sensato com a própria experiência, não um estado mental particular a ser perseguido e atingido. Assim, a dimensionalidade não instrumental do trabalho e da prática de mindfulness é a fundação do ensino e da prática efetivos.
  1. O ensino de mindfulness é uma oportunidade para um modo de vida correto. Assim, é importante desenvolver uma estrutura de preços justa e não exploratória para ambos: mindfulness e a formação de professores de mindfulness.

“Estou sendo grata à vida por cada detalhe no meu dia. Tenho visto a beleza em lugares nunca vistos, tenho sido mais paciente.”
Fernanda Avante de Almeida Prado Germano, esteticista

“Gostei muito de ter conhecido aspectos profundos, tanto conceitualmente quanto experiencialmente, relacionados à consciência plena.”
Mariana Fernandes, psicóloga

“O curso foi surpreendente por ter conseguido inserir esta maravilhosa prática no meu dia a dia.”
Valmir Maurici Júnior, juiz de Direito

“Gostei muito, não consigo identificar nada que possa ser melhorado!”
Mariane Ceron, psicóloga

“Sentir e vivenciar a compaixão comigo e com todos os seres é uma sensação única, indescritível.”
Angela Maria Alves Bonini, administradora

“Diria para um amigo que ele faça o curso se estiver aberto(a) a olhar sua vida por uma ótica de leveza, de reencontro.”

Christianne Matias Busso, engenheira

“Sou muito grata à oportunidade de aproximar os projetos profissionais e pessoais na vida. Sinto-me feliz e rodeada de gente querida.”
Cecília Villares, terapeuta ocupacional

“Gostei de aprender como a meditação está presente em coisas sutis do cotidiano.”
Aline Apelbaum, analista judiciário

“Gostei dos momentos de reflexão. As práticas informais. As histórias e os exemplos. O mindful eating! Adorei também as práticas de respiração, que foram ficando mais profundas.”
Mariana Xavier, coord. Programa Social

“O que mais gostei foi a qualidade da presença do professor e a profundidade das práticas em grupo.”
Corina Erismann, psicóloga e instrutora de mindfulness

“A desconexão com os equipamentos e a conexão com meu interior. Observei que o resultado maior foi adquirir confiança no tempo do silêncio que é necessário para mim, seja onde eu estiver.”

Silvia Sasaoka, gestora cultural

“Tudo estava ótimo!”
André Sobral, advogado

“Diria que conhecer e praticar mindfulness proporciona o que todos os seres humanos precisam para uma vivência plena no mundo: estar presente no agora.”
Estefânia Monteiro, designer estratégico

“Para se permitir, primeiramente, dar um tempo para se conhecer e perceber, conectando-se consigo e com os seus propósitos.”
Alessandra Martins, relações públicas

“Trouxe-me mais tranquilidade. Consigo pensar que, se houver treinamento, terei um futuro melhor.”
Reinaldo Garrido Russo, músico

“Gostei da clareza e da calma interior que a prática me deu. Uma oportunidade de me conectar com minha verdade, minha razão de existir.”
Taissa Kovesi, jornalista

“Sinto-me muito mais amorosa, compassiva e atenta no relacionamento comigo e com os outros.”
Ana Paula Ueti, administradora

“Gostei do acolhimento dos professores do curso; conhecimento (teórico e técnico) dos professores, ênfase no vivencial.”
Renata Stein Bisson, psicóloga

“Gostei muito do espaço e da didática dos professores, e o conteúdo desenvolvido também foi muito bom.”
Flávio Zamboni

“Eu aprendi que quanto mais busco o autoconhecimento através do mindfulness, menos eu sabia e muito mais eu quero saber.”
Henrique Anselmo Ribeiro, engenheiro eletricista

“Gostei de conhecer novas ferramentas. É um curso muito útil para aplicar na vida profissional. Conhecia meditação, mas o mindfulness tem me permitido melhorar mais a concentração.”
João Martins, avaliador

“É difícil colocar em palavras o que realmente aconteceu comigo.”
Catia, aposentada

“Gostei da diversidade de técnicas e práticas que vivenciamos ao longo de 8 semanas; aumento da percepção e presença em cada ação.”
Daniela Pavan, administradora

“Gostei do que aprendi, de como coisas simples e antes não notadas podem fazer transformações em nossas vidas.”
João Vicente de Abreu Franco, aposentado

“As práticas ajudam no processo de tranquilizar o modo acelerado em que vivemos, contribuindo para enxergarmos com mais clareza nossos padrões de comportamento.”
Ana Paula Ueti, administradora

“Gostei de descobrir que a prática de meditação é mais simples do que eu imaginava. Mais calma, foco e atenção. Experiencia necessária e gratificante.”
Jiddu Santos Caniello, tecnólogo

“Faz muito bem descobrir a própria respiração.”
Manoela Vianna, jornalista

“Mais consciência, mais atenção, mais alegria, sentimento de pertencimento.”
Solange M. C. Peixoto

“Consegui a disciplina para me aprofundar na meditação. E perceber as sutilezas dentro do mindfulness e como me aprofundar ainda mais.”
Vinicius de Melo Tega, educador físico

“Aprendi a colocar mais e mais as práticas de mindfulness em minha vida cotidiana. Aprendi o valor da equanimidade!”
Cátia Schreiner, professora

“Desapego, mais tranquilidade e menos cobrança.”
Rita de Cassia, cirurgiã dentista

“Resultado totalmente positivo, na família, na profissão, na vida.”
Ana Paula Dornellas Feltrim, fisioterapeuta

“Foi um despertar consciente para a vida. Um crescimento e um amadurecimento difíceis de serem traduzidos em palavras.”
Isabella Castejón, advogada

“Aprendi, principalmente, a deixar as coisas (acontecimentos, sentimentos, ideias) fluírem.”
Solange Nagela Pereira Bezerra, estudante

“O curso ampliou demais a minha autopercepção e a percepção da minha conexão com o outro e o universo. Sinto-me mais consciente e integrada.”
Edilaine C. S. Gherardi Donato, enfermeira

“A forma como era conduzida a aula me deixava muito à vontade.”
William de Almeida, administrador

“Logo após a realização das práticas, fico mais fortalecida para resolver os problemas.”
Leda Yumi Hori, farmacêutica